Fonte: Mulher foi condenada à prisão perpétua • Reprodução / Redes Sociais.
Uma mulher de 69 anos, identificada como Jerri Roby, foi sentenciada à prisão perpétua nos Estados Unidos após confessar ter matado o próprio filho, de 42 anos, e ocultado o cadáver na casa em que moravam em Gulfport, no Mississippi.
O corpo de John Allen Gaither foi localizado em 18 de janeiro de 2024 dentro de uma caixa de madeira escondida atrás de uma parede falsa na residência da mãe. A autópsia concluiu que a vítima foi morta por um tiro na parte de trás da cabeça.
A investigação começou cerca de um mês antes, quando o irmão de Gaither registrou o desaparecimento. Inicialmente, Roby disse aos policiais que o filho teria viajado de Uber até a Louisiana, informação não confirmada pela polícia. Em seguida, a madrasta da vítima recebeu uma carta — supostamente escrita por Gaither — afirmando que ele teria ido às Filipinas.
Durante as apurações, os investigadores identificaram contradições nos relatos de Roby, que passou a se recusar a colaborar. Ao descobrir que ela havia sido condenada por outro homicídio na década de 1990, a polícia obteve mandado de busca para revistar o imóvel, onde encontrou o corpo.
Os agentes também acharam recibos de compra de materiais como sacos de areia, fita de vedação e palha, itens que, segundo a promotoria, poderiam ter sido usados para esconder o cadáver. A acusação afirma ainda que Roby tentou impedir que parentes e autoridades descobrissem o crime, forjando cartas, enviando mensagens em nome do filho e convencendo o namorado a ligar para familiares fazendo-se passar por Gaither.
Em audiência, a ré alegou ter cometido o homicídio por impulso, afirmando que queria acabar com o sofrimento do filho, que teria depressão. O juiz ressaltou, no entanto, que ela havia adquirido materiais e adotado medidas para encobrir o crime antes da morte da vítima. Com a confissão, Roby foi condenada por homicídio e receberá pena de prisão perpétua.
Fonte da matéria: itatiaia.com.br


























