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Três grandes obras rodoviárias somam R$ 120,3 milhões no Sudoeste baiano

Foto: Divulgação

Três intervenções rodoviárias estão reconfigurando os acessos de Vitória da Conquista a municípios, distritos e áreas produtoras do Sudoeste baiano. Ao todo são 112,8 quilômetros de obras e R$ 120,3 milhões em investimentos, distribuídos em três frentes: BR-415 (ligação com Barra do Choça), estrada entre Pradoso e o distrito de Bate-Pé, e BA-959 (acesso a Caetanos).

A maior obra concentra-se em 30,2 quilômetros da BR-415, entre o Anel Viário Leste e Barra do Choça, incluindo os acessos pelo povoado de Cafezal e a conexão da rodovia com a sede de Barra do Choça. O investimento é de R$ 41 milhões, com conclusão prevista para dezembro de 2026. O projeto prevê também duplicação nos perímetros urbanos: em Vitória da Conquista, do entroncamento da BR-116 até o povoado da Estiva; e no outro extremo, da comunidade de Santa Branca até Barra do Choça.

Uma frente já concluída abrange os 20,36 quilômetros entre o entroncamento da BA-262, em Pradoso, e o distrito de Bate-Pé. Esse trecho foi pavimentado e entregue em dezembro de 2025, com investimento de R$ 25,8 milhões. Além disso, 1,54 quilômetro da passagem urbana de Pradoso recebeu R$ 1,3 milhão. Antes da pavimentação, a via era a principal rota de acesso a Bate-Pé e atendia comunidades como Laranjeira, Cachoeira das Araras, São Joaquim, Gameleira, Pau Ferro e Poço Comprido (Prefeitura de Vitória da Conquista).

A terceira frente está na BA-959, no acesso a Caetanos: são 60,7 quilômetros entre o entroncamento da BR-116 e a sede do município, passando pelo distrito de José Gonçalves, em Vitória da Conquista. O investimento é de R$ 52,2 milhões e a obra atingiu cerca de 50% de execução. Três equipes trabalham em terraplanagem, drenagem e pavimentação no trecho entre José Gonçalves e Caetanos; em seguida será restaurado o segmento entre a BR-116 e José Gonçalves. A pavimentação foi autorizada em 2024 e tem entrega prevista para o fim do primeiro semestre de 2027 (Café com Informação).

As intervenções formam um corredor que aproxima distritos e comunidades rurais dos principais eixos rodoviários da região e facilita o escoamento da produção agrícola. No caso da BR-415, o impacto recai diretamente sobre a cafeicultura e o cultivo de eucalipto nas áreas de Barra do Choça e entorno.

Fonte da matéria: radioportalsudoeste.com.br

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